O brasileiro sabe celebrar como ninguém
Vestir branco, pular ondas, jogar flores, reunir amigos e família pra brindar o que virá: esse jeito tão único de viver a virada do ano revela o que há de mais incrivelmente Brasil na nossa cultura.
The Summer Hunter Staff
Por aqui, a virada de ano não é só uma quebra de calendário, mas uma manifestação sem igual do otimismo brasileiro. Também é o marco extraoficial do início do verão e a prova de que ninguém sabe fazer festa como a gente. Acima de tudo, o Réveillon marca a nossa capacidade de recomeçar e celebrar.
Ritualizando o otimismo
As superstições — usar roupa branca, comer lentilha e doze uvas, pular sete ondas, entregar flores ao mar — não são meras crenças, são expressões de uma fé que insiste em dizer: tudo vai ser melhor daqui pra frente.

Da areia à laje: o importante é estar junto.
Brindar com os seus, trocar abraços à meia-noite, ser feliz e dar risada uns com os outros. Não tem quem faça isso melhor que a gente.

Vestidos pra mudança acontecer
Cada cor é um pedido ao futuro: o branco pela paz, o amarelo pela prosperidade, o vermelho pra atrair o amor, o brilho porque a gente quer chegar iluminado. No Brasil (e só aqui!), o que se veste é sempre carregado de intenção.
