The Summer Hunter, o lado solar da vida
Dois braços de manga laranja estendidos sobre a água escura do rio, com as mãos quase se encontrando

A Amazônia

Cercados de pessoas solares e curiosas a bordo, navegamos pelo rio Negro, visitamos comunidades ribeirinhas, remamos por igapós, tomamos banho
de cachoeira e — sim — abraçamos uma sumaúma.

Bandeira vermelha com um sol amarelo hasteada no mastro do barcoPessoas debruçadas na borda do barco observando um boto cor de rosa na águaGrupo sentado na canoa ao entardecer, com a mata e o rio ao fundoCanoa com pessoas no rio ao anoitecer, com um arco-íris no céu nubladoTrês pessoas sob a cobertura verde do barco, uma delas alcançando o tetoVista aérea do rio com uma ilha de pedra no meio e mata nas duas margensMulher de camiseta verde preparando comida numa mesa no convés do barcoCanoa comprida cheia de gente refletida na água parada, com a mata atrásArco-íris sobre o rio ao entardecer, com um barco ao longeO barco verde de madeira atracado, visto da margemTrês mulheres sentadas no banco do convés, com o rio ao fundoVista aérea da floresta até o horizonte, com o rio serpenteando no meioVista do convés para pessoas se banhando na parte rasa do rioPessoas de boné sentadas nos bancos da canoa durante o passeioO barco verde navegando em água abertaMesa comprida com o grupo todo dividindo uma refeição no barcoPessoas numa canoa azul se inclinando para tocar os botos na águaO grupo posando ao pé de uma sumaúma enorme dentro da mataO barco visto de longe, navegando no fim da tarde

Era um desejo antigo do The Summer Hunter: dar vida, no mundo offline, aos miniguias que criamos ao longo dos anos no ambiente digital. Foi com este propósito que a 1ª Expedição The Summer Hunter, realizada em parceria com a Katerre, zarpou de Novo Airão,
a 200 km de Manaus.

A bordo dos barcos Jacaré-Açu e Jacaré-Tinga, navegamos pelo Rio Negro, atravessando os parques nacionais do Jaú e de Anavilhanas, segundo maior arquipélago fluvial do mundo (depois de Mariuá, também no rio Negro), com 400 ilhas.

Cercados de gente solar e curiosa, conversamos com pessoas que vivem em comunidades ribeirinhas, tomamos banho de cachoeira e de floresta, aprendemos sobre a cultura de povos amazônicos e — sim — abraçamos uma sumaúma.

A cada amanhecer, diante do espelho de proporções amazônicas que faz o céu virar rio e rio virar céu, entendemos a real importância de conhecer de perto o que queremos preservar.

Este ensaio, com fotos de Evandro Martins, resume o que vivemos nesses dias, e reafirma o lugar onde queremos estar: no mundo real, ao lado de pessoas de carne e osso, perto da natureza. Afinal, a rede social que a gente mais gosta é a offline.

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