The Summer Hunter, o lado solar da vida

Tem gente legal lá fora!

Os melhores encontros só acontecem quando você sai de casa.

The Summer Hunter Staff

A gente sente mais solidão quando dedica menos tempo aos encontros presenciais e à vida lá fora. É por isso que os espaços de convivência são tão importantes.

Praças e centros culturais são fundamentais pra que a nossa vida urbana se torne menos isolada: tudo fica melhor quando a gente se encontra pela cidade.

Tem gente legal lá fora!

A solidão no Brasil
46,2% das mulheres e 35,3% dos homens se sentem sozinhos.
Pra 15,3% dos brasileiros, a situação piorou de um ano pra cá. 
 
Fonte: pesquisa feita pela ONG Family Talks, em parceria com a Market Analysis

A rua chama!

Com boa parte da vida acontecendo dentro de telas, sair de casa virou quase um exercício de resistência. Não só porque exige deslocamento, tempo e disposição, mas pelo desafio de se colocar no mundo: ver gente, ser visto, cruzar com o inesperado, se comunicar etc.  

A solidão não se combate apenas com grandes vínculos. Muitas vezes, ela vai se dissolvendo em pequenas interações: uma conversa rápida na fila, um comentário diante de uma obra em um museu. Bons espaços aumentam as chances de convivência espontânea.

O MASP, em São Paulo, é um exemplo de como um centro cultural pode impactar a vida da cidade. Além de ser um dos museus mais visitados do país, também é a instituição brasileira mais bem colocada no ranking global do The Art Newspaper, na 64a posição. 

Com exposições relevantes, arquitetura marcante e localização central, é um ponto de encontro e de manifestação política, onde a arte se aproxima da vida cotidiana.

Vem pro vão
Funcionando como uma espécie de praça no meio da Avenida Paulista, é um espaço aberto ao improviso da cidade. Ali cabem encontros, performances, conversas, pausas, dates... Além de uma programação incrível gratuita que vai de DJ a yoga, passando por oficinas.

A gente se encontra no MASP?

Diga quando você vai nos comentários. E bora ver uma exposição, atravessar o vão, bater papo com alguém, ou simplesmente olhar ao redor e se sentir um pouco menos só.