Quem corre também dança. Quem bebe também se cuida
Você não precisa escolher entre a saúde e o hedonismo. E as marcas se ligaram nisso.
Adriana Setti
Um dia, você atravessa a cidade correndo às 6h. No outro, faz o mesmo trajeto voltando do rolê. Saúde ou hedonismo? O que antes era um dilema agora é o mix por trás de eventos, marcas e collabs pra quem curte se manter em movimento, conhecer gente e encarar esses dois lados da vida com leveza e moderação.

Cada um em vários quadrados
O crescimento de eventos que misturam corrida amadora com música e festa — a exemplo do Runningman Festival, nos EUA, ou das corridas boêmias dos Midnight Runners em várias cidades do mundo — indicam que o esporte e a busca pelos prazeres mundanos podem andar juntos e misturados. Algumas marcas no Brasil e no mundo já se ligaram no potencial desse mercado e estão correndo atrás.


Na pista, de corrida ou de dança, é o corpo em movimento que dita o ritmo.
No Brasil
Um bom exemplo é a collab entre a marca de corrida BAD RUNNING e o selo Gop Tun pra produção de uma coleção especial de camisetas pro Gop Tun Festival, que rola neste fim de semana em São Paulo, no Live Stage.
No mundo
Satisfy — Essa marca francesa criada por um ex-punk tem rádio própria e eventos com DJs, transformando corrida em experiência sensorial e estética.
PYNRS — Criada em Boston, nos EUA, essa marca é um spin-off do grupo de corrida PIONEERS Run Crew, com foco na comunidade afro-americana e expressão urbana.


O que isso quer dizer?
Não é sobre performance.
Correr porque dá vontade, não por obrigação.
Se jogar na noite sem culpa.

Seu estilo de vida pode caber no treino, na festa e onde você quiser.
Crédito da imagem de abertura: Fellipe Ditadi / unsplash