The Summer Hunter, o lado solar da vida

Por que a TOTE BAG é eterna

Melhor amiga dos hipsters, companheira de todas as horas e vitrine ambulante do que a gente curte: a história da bolsa de duas alças que virou um ícone atemporal.

Dandara Fonseca

Simples e versátil, a tote bag é a mais elementar das bolsas. Pra algumas pessoas, é acessório de moda; pra outras, pura praticidade. E basta uma frase ou marca estampada pra virar statement — um jeito de expressar identidade e traduzir estilo de vida.

A gente ama tanto que acaba de lançar a versão 2026 da tote do The Summer Hunter. Aqui, você descobre como garantir a sua.

To tote, em inglês, quer dizer carregar.

Talvez por isso seja tão difícil cravar a origem exata da bolsa:  trata-se, provavelmente, do formato mais óbvio e intuitivo de um objeto que serve pra transportar coisas pequenas. Sacos com alça em formatos similares ao que conhecemos hoje são usados há séculos.

Linha do tempo

Linha do tempo
1944
Lançamento da mítica ice bag da marca norte-americana L.L.Bean, feita de tecido resistente e pensada pra transportar gelo.

1960
A L.L.Bean inova no design. A nova versão é tão cool que acaba sendo adotada como acessório de moda.

1960
Pouco tempo depois, a designer norte-americana Bonnie Cashin cria a Cashin Carry Tote, modelo que faz o item cair no gosto do movimento hippie e da contracultura em geral.

1980s
A livraria The Strand, de Nova York, lança uma bolsa de algodão estampada com a sua marca: todo mundo queria ter uma. É aqui que a tote bag estreia como ferramenta de marketing.

1990s
A bolsa ganha ainda mais popularidade com ícones como a princesa Diana e a atriz Jennifer Aniston. Os modelos de algodão viram souvenires de museus, lojas de discos, livrarias e afins.

2000s
Com a virada do milênio, a bolsa passa a simbolizar consciência ecológica: ao invés de saquinhos plásticos, ecobags com mensagens ambientais.

Por que a gente ama uma tote bag:

Cabe a vida (ou quase isso) sem perder a leveza.

Vai da praia ao almoço sem pedir troca de look.

Funciona como manifesto portátil do que a gente ama.

É simples, mas nunca básica.

Diz muito sem precisar dizer nada.

Cabe perfeitamente em uma mala de viagem.

A dupla perfeita pro seu verão

Uma convida à pausa que anda tão em falta: sem notificações, cheia de conteúdo solar e pra folhear no seu tempo. A outra acompanha você no dia a dia, seja qual for a programação: da praia ao almoço com a galera, passando pelo pôr do sol no parque.