Por que a gente ama assistir reality shows
Entre críticas, postagens e maratonas de pay-per-view, o BBB 26 prova: acompanhar esse tipo de programa é quase um esporte nacional.
Manuela Stelzer
Depois de algumas edições menos envolventes, o Big Brother Brasil voltou a ser assunto quente dentro e fora das redes sociais.
A gente critica as dinâmicas, os participantes e as brigas homéricas por minúsculas causas? Sim. Mas também não resiste a um bom caos televisionado.
Aqui, os motivos que nos fazem amar — e odiar amar tanto — os reality shows.



Do seu jeito
Tem quem não perca uma edição do programa; tem quem acompanhe pelas redes, em perfis no Instagram e no X, ou até por grupos de WhatsApp e Telegram que enviam atualizações em tempo real. Não importa qual seu formato de consumo, é quase impossível ignorar completamente o assunto.

Se alienar: gostoso demais
Reality shows também funcionam como válvula de escape. Isso não significa deixar de se informar ou negligenciar notícias, mas se permitir um respiro. Não à toa, muita gente diz que as edições de 2020 e 2021 do BBB, em plena pandemia, foram as mais marcantes da história do programa. E vamos combinar: é o melhor dos guilty pleasures, né?

