The Summer Hunter, o lado solar da vida

Os dramas de andar de avião

Filas e mais filas, a disputa de cotovelos na poltrona do meio, o passageiro que passa mal ao seu lado… Os perrengues que a gente ama viajar pra viver.

Manuela Stelzer

Atravessar o país em quatro horas, chegar em outro continente antes de anoitecer, acordar numa cidade que você nunca pisou… viajar de avião é uma das experiências (e dos privilégios) mais incríveis que existem.

Mas, a não ser que sua passagem venha acompanhada do upgrade dos sonhos, alguns momentos caóticos fazem parte do trajeto. Aqui, listamos os pequenos grandes dramas de uma viagem de avião.

Filas e mais filas

Pra despachar a mala, pra passar no raio-x, pra embarcar e desembarcar. A fila é parte inevitável da experiência de voar. E a mais polêmica de todas se forma dentro da aeronave: assim que o avião pousa, já tem passageiro em pé no corredor, puxando a mala do bagageiro por cima da cabeça do vizinho — tudo isso enquanto as portas nem se abriram.

O passageiro que enjoa…
… e precisa usar o saquinho de vômito bem do seu lado.

O tão temido assento do meio

Quem fica espremido entre dois passageiros precisa negociar o espaço centímetro a centímetro pra conseguir um pouco de paz. E ainda sobra a grande questão filosófica: os braços da cadeira são de quem, afinal?

A batalha da poltrona reclinável
O espaço já é apertado, mas quando o passageiro da frente reclina os incríveis 10 centímetros do encosto, até apoiar um copo na mesinha vira aventura. Resultado: conforto zero pra todo mundo.

O passageiro que usa o bagageiro como se fosse o porta-malas do seu carro e resolve colocar tudo lá:

‭→ Casaco.

‭→ Mochila.

‭→ A sacola do duty free.

‭→ Almofada de pescoço.

‭→ Chapéu.

O dia que gira em torno do voo

Se somar o trânsito até o aeroporto, a chegada horas antes do embarque, o tempo de voo, o desembarque, achar (se der sorte!) as malas na esteira, sair do aeroporto, encontrar quem veio buscar você ou descobrir como vai seguir seu caminho… já se foi um dia inteiro.

Mas tudo vale a pena quando a gente pousa em terra firme (ufa!) e aplaude o voo, esse ritual simpático e constrangedor ao mesmo tempo. 
Agora é suportar a fila pra desembarcar e viver o que a viagem tem a oferecer.