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O que você tem feito pra sair da mesmice?

Uma reflexão sobre tudo o que a gente deixa de viver quando se limita às indicações do algoritmo.

The Summer Hunter Staff

No meio da correria, a gente deixa várias escolhas nas mãos de redes sociais e plataformas de streaming. E acaba caindo numa mesmice…

Mas será que o algoritmo conhece mesmo o seu gosto? Ou é você que vai sempre atrás do que ele indica?

Bora fugir da mesmice?

Sair do piloto automático é fundamental pra se reconectar com o que você curte de verdade. Mas, pra isso, é preciso dar um tempo da previsibilidade — e da famosa zona de conforto — e se abrir ao novo.

Quem é você quando o algoritmo não está ditando as regras?
O que você perde ao se limitar ao algoritmo:
Gostos que ainda nem sabe que tem.
O que rola fora da sua bolha.
Referências que não viralizaram.
O contato com o diferente.
A construção de um gosto próprio passa por experimentar o inusitado, o diferente e o incômodo, até decidir o que funciona pra você.

O mundo real como referência

É saindo de casa pra encontrar pessoas e ver a cultura acontecendo ao vivo que a gente constrói referências (e uma vida!) mais interessantes.

Seu próprio algoritmo é feito de:

→ Música ao vivo.

→ Indicação de amigos.

→ Rolês aleatórios.

→ Festivais independentes.

→ Artistas locais e de países longe do eixo EU-EUA.

→ A cultura fora do hype.

Quer descobrir quem é você sem o algoritmo?

A Heineken convida você a se abrir ao surpreendente no festival Queremos!, que acontece nos dias 10 e 11 de abril no Rio de Janeiro, com Gaby Amarantos, Céu, Fernanda Abreu, Soul II Soul, Melly, Jayda G, Rara DJs, Urban Jazz e Viaduto de Madureira no line-up.