Nova York: o que fazer na metrópole fora do óbvio
O que fazer, comprar e comer em Nova York.
The Summer Hunter Staff
Essencial
Moeda local: Dólar americano (USD). Quase todos os lugares aceitam cartão. 1 US$ = R$ 5,18 (câmbio do dia 26/6). Com a Conta Global Itaú Personnalité, você confere a cotação do dia no app e pode usar o cartão de débito global pra pagar suas compras em dólar.
Como chegar: American Airlines, Delta, Gol, Latam e United operam voos diretos de São Paulo a Nova York. American Airlines e Gol também voam do Rio de Janeiro.
Idioma: Inglês.
Fuso horário: +1h em relação a Brasília.
Custo médio: Almoço R$ 100-250; jantar a partir de R$ 200; café R$ 15-25; cerveja R$ 30-50; hambúrguer com fritas R$ 75-125.
Melhor forma de explorar: Nova York foi feita pra andar, mas o metrô funciona 24h e é ideal pra longas distâncias. Dá pra pagar direto com cartão/celular, sem precisar comprar bilhete físico. Táxis e carros de aplicativo funcionam bem, mas o trânsito pode ser pesado. Do aeroporto JFK até Manhattan, AirTrain + trem da LIRR + metrô costuma ser a opção mais econômica; táxi sai, em média, R$ 400–500 com pedágio e gorjeta.
Etiqueta: A gorjeta (tip) é sagrada: 18%-22% no restaurante; 10-20% no táxi ou carro de aplicativo e US$ 1-2 por drink no bar.
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O que fazer
The Frick Collection — Reinaugurado em 2025 após uma grande reforma, esse museu alojado em uma mansão da Era Dourada de Nova York viaja do Renascimento ao século 19 em obras de nomes de peso.
New Museum — Este museu de arte contemporânea reabriu em março após uma expansão avaliada em US$ 82 milhões. A nova estrutura adiciona cerca de 5.500 m² ao edifício original no Bowery, dobrando sua capacidade de exposições.
MoMA — Um dos museus de arte moderna e contemporânea mais importantes do mundo, reúne obras de artistas europeus e americanos, além de recebe exposições temporárias de destaque.
Guggenheim — Um dos ícones arquitetônicos de Nova York, o edifício em espiral abriga uma coleção de arte moderna e contemporânea e, no verão de 2026, faz um mergulho na pop art em exposição histórica.
Domino Park — Em Williamsburg, no Brooklyn, esse parque construído no lugar de uma antiga refinaria de açúcar é um dos melhores lugares pra estar em um dia de sol. Mistura jardins, áreas de descanso, playground e uma passarela com vista incrível pro skyline de Manhattan.
Brooklyn Academy of Music (BAM) — Em um edifício histórico de inspiração renascentista, reúne exposições, dança contemporânea, teatro, shows e sessões de cinema. Destaque pra Howard Gilman Opera House, uma das salas mais bonitas da cidade.


Compras
Printemps New York — Mais do que uma loja, é uma experiência de lifestyle francês em plena Wall Street, com um mix de moda, beleza, design e gastronomia.
SKIN1004 — A marca de cosméticos coreanos sobre a qual todo mundo está falando acaba de inaugurar sua primeira — e espetacular — flagship fora de Seul, no Soho.
The Maker Shop — Em Chelsea, essa loja-conceito vende objetos irresistíveis de viagem e decoração: roupa de cama, acessórios pra chá, papéis de parede, uma linha própria de perfumes e essências, velas…
La Garçonne — Conhecida pela curadoria minimalista e refinada de moda feminina, reúne coleções de designers cultuados, com roupas, bolsas, sapatos e joias.
Albertine Books — Uma das livrarias independentes mais encantadoras da cidade, instalada em uma mansão da Era Dourada na Quinta Avenida. Recebe leituras, debates e eventos culturais, com foco na literatura francesa.


Onde comer e beber
Overstory — Um dos rooftops mais icônicos da cidade, no 64o andar de um edifício no distrito financeiro.
Baretto — O bar de jazz e bossa-nova do grupo Fasano: shows intimistas, drinks autorais e serviço impecável.
Theodora — No Brooklyn, sabores mediterrâneos pelas mãos do chef Tomer Blechman, o mago dos peixes maturados em cozinha de fogo aberto.
Penny — Versão mais contemporânea e informal de um wine bar, tem uma seleção impecável de ostras, mariscos e mexilhões servidos crus.
Yamada — O melhor japonês da metrópole em 2026 segundo o The New York Times, em estilo kaiseki (refeição com vários pratinhos).
The Corner Store — Versão upscale de um clássico American joint no Soho.
Café Panna — Sorvetes que valem a (eterna) fila, com sabores que mudam diariamente.
Librae Bakery — No East Village, mistura influências do Oriente Médio, França e Escandinávia em doces e pães autorais.
Torrisi — O italiano mais celebrado da cidade, no Soho, comandado pelo chef Rich Torrisi.
Motek West Village — Cozinha israelense e brunch disputadíssimo.

Onde ficar
Fasano Fifth Avenue — Bem na frente do Central Park, no endereço mais elegante de Manhattan, ocupa uma townhouse original do século 18, ampliada e reinterpretada com o estilo sóbrio característico da marca. Os quartos combinam madeira escura, couro, mármore e linhas atemporais. Conta com sauna, academia e um ótimo restaurante, o Fasano Caffè.
Warren Street Hotel — Em Tribeca, os janelões e a fachada azul vibrante contrastam com os tradicionais prédios de tijolos vermelhos. Com interiores maximalistas, mistura arte e charme britânico, a poucos passos das melhores galerias e cafés da região.
Aman New York — Em Midtown Manhattan, no emblemático Crown Building, tem piscina com vista pro Central Park, spa de 25 mil m2, um jazz club e o estilo minimalista com toques asiáticos característico da marca.
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