Ninguém torce igual ao brasileiro
Mudar o visual, chorar gritando na janela e abraçar desconhecidos no bar: ser brasileiro roxo é bom demais.
The Summer Hunter Staff
Se a bola está rolando, ele não tem fome, não tem sede, não precisa ir ao banheiro e quase não respira. Troca de lugar no sofá porque o time está perdendo e não deixa ninguém gritar gol antes da bola balançar a rede. Chora abraçado em desconhecidos e pinta o cabelo, o rosto, a rua…
Não há torcedor como o brasileiro e a gente pode provar!
Melhor não arriscar
A camisa usada em 2002. Aquele lugar no sofá. O petisco certo pra partida. O amigo que não pode assistir junto porque “quando ele vem, meu time perde”. De quatro em quatro anos, a superstição abraça até o torcedor mais cético. Só por garantia, é claro.


O brasileiro roxo chora sempre. De alegria. De emoção. Porque foi gol. Porque não foi gol.
Meu país Brasil
Você prometeu que nem ia ligar a TV, mas, quando viu, virou o patriota que organiza os vizinhos pra pintar as ruas do bairro. Ninguém resiste a uma multidão vibrando junto e sem vergonha de gritar: “Deus me livre de não ser brasileiro”.

E aí, você também #Roxou?
Então chegou a hora de entrar no clima de vez. Nos dias 13 e 14 de junho, a Vivo te convida a mostrar que é brasileiro roxo de verdade no Salão do Brasileiro Roxo, em São Paulo.