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Manual do pai funcional

Pai não ajuda. Paternidade ativa é abraçar 50% da responsabilidade pelo trabalho físico e mental que envolve a criação de um ser humano.

The Summer Hunter Staff

Quem ama cuida? Pra essa máxima se concretizar na vida real, o homem precisa sair do papel de “pai que ajuda” e fazer parte da rotina, da logística e de todo o esforço que envolve a construção de uma pessoa desde o primeiro colo.

Cuidar é viver uma paternidade presente.

De pai pra filho

O pai que assume o seu papel não só contribui pra reduzir uma sobrecarga histórica, como redefine referências que vão influenciar novas gerações e moldar novos comportamentos.

O pai ativo não é um herói: está apenas fazendo a sua parte.

O fim da incompetência estratégica

Alimentar, trocar fralda, dar banho: as mães não nascem sabendo fazer isso. E, assim como elas, você também pode (e deve) aprender, já que disso depende a sobrevivência do ser humaninho que ajudou a gerar.

Todo pai deveria:
. Saber o que precisa ser feito sem alguém pedir.
. Assimilar que não se trata de “ajudar”, mas de participar.
. Dividir tarefas, decisões e preocupações.
. Entender que cuidado não é apoio, mas compromisso.
Quem cuida não entra em cena só quando precisa substituir alguém: é titular!

Além de executar tarefas, o pai presente também antecipa necessidades. Planejar refeições, fazer lista de compras, lembrar dos horários do remédio, saber onde está a mamadeira: tudo isso soma e constitui uma carga mental que, historicamente, recai majoritariamente sobre as mulheres — muitas vezes sem que os homens sequer percebam.

Você é um pai presente?

A Reserva acredita no cuidado desde o primeiro colo e, por isso, é a primeira marca de moda masculina do Brasil a criar uma linha de paternidade, em parceria com a Safety First.