The Summer Hunter, o lado solar da vida

Manual da paquera saudável: verão 2026 edition

Menos roupa, mais calor humano e rolês cheios de suor: o cenário ideal pra conhecer gente nova — e também pra deslizes que poderiam ser evitados com um pouco de clareza e cuidado.

Thais Cezare

Sol, hormônios em ebulição, vontade de expandir os contatinhos e de praticar a boa e velha paquera.

Pra que nada disso vire dor de cabeça desnecessária, reunimos dicas simples de convivência que ajudam a equilibrar desejo, diversão e responsabilidade emocional. Tudo pronto, vamos?

O combinado não sai caro

Não tem jeito: o diálogo ainda é a melhor forma de evitar se machucar e machucar o outro. 

Alinhar expectativas, falar com clareza sobre o próprio momento e sentimentos, não sumir na semana que antecede o ano novo só pra fugir dessa conversa: se organizar direitinho, todo mundo… flerta e se diverte sem mágoas. 

Mantenha distância segura 

Rondar o grupo de amigos do seu flerte — seja pra marcar presença ou, pior, pra tentar pegar alguém — é invasivo e desconfortável. Convenhamos: tem muito peixe no mar, dá pra jogar a rede um pouco mais pra lá, vai?
“Desculpa, tava doidão” — não seja essa pessoa. 
Esse álibi morreu em 2012. Paramos por aqui, pois autoexplicativo.

Segura a emoção e sem love bombing 

A gente ainda está falando de responsabilidade emocional? Parece que sim. Se ainda não tem certeza do que sente, não precisa prometer mundos e fundos. Vai com calma, meu benzinho. 

Talaricagem: pra que, gente?
Não só no verão, isso vale pra vida: pegar o flertezinho de um amigo ou amiga… precisa?