Festa boa é festa com trenzinho
A história por trás dessa tradição, como ela se espalhou pelo mundo e a dúvida: ainda engaja ou é coisa do passado?
Dandara Fonseca
Festa rolando, galera na pista. Até que alguém resolve colocar a mão no ombro do sujeito à sua frente e sair dançando. Em poucos segundos, outras pessoas entram na brincadeira e, antes que você se dê conta, pimba! O trenzinho está formado.
Difícil de escapar — seja por empolgação coletiva, seja por pura falta de opção —, fácil de descarrilar. Há quem diga que esse momento está com os dias contados. Você comemora ou já sente saudades?

Pelo mundo
O sucesso internacional veio entre as décadas de 1930 e 1950. Filmes clássicos de Hollywood, como Too Many Girls, de 1941, e musicais da época ajudaram a espalhar a conga line pelo mundo, associando a dança a uma imagem latina festiva e contagiante.


Coisa do passado?
Nos últimos anos, o trenzinho parece ter perdido espaço nas pistas — e, quando surge, quase sempre parte da iniciativa de alguém mais velho: pais, tios, avós ou aquela pessoa que já viveu muita farra. A geração mais nova até entra, participa, ri… mas raramente puxa.

