Budapeste: o que saber, fazer, comer e comprar na capital húngara
Uma imersão nos bairros mais vibrantes da capital húngara, com seus palacetes, banhos tradicionais, bares em ruínas e outras experiências.
The Summer Hunter Staff
Essencial
Moeda local: Florim Húngaro (HUF). Quase todos os lugares aceitam cartão. Em alguns dá pra pagar com euro, mas a cotação costuma ser desfavorável. € 1 = HUF 363; R$ 1 = HUF 62 (câmbio do dia 14/4).
Como chegar: Voos do Brasil com conexão em capitais europeias.
Idioma: Húngaro. Vale aprender pelo menos um “köszönöm” (obrigado).
Fuso horário: +5h em relação a Brasília.
Geografia: De um lado do rio Danúbio, Buda é a parte mais turística e idílica da cidade; do outro, Peste é vibrante e “vida real”. Ao norte de Buda, Óbuda é mais pacata e menos turística.
Custo médio: Almoço R$ 70; jantar R$ 120; café R$ 10; cerveja R$ 10 a R$ 15; goulash R$ 50.
Melhor forma de explorar: A pé ou de bike, mas metrô, bonde e ônibus resolvem longas distâncias — compre bilhetes pelo app BudapestGo. O Budapest Card dá direito a uso ilimitado do transporte e entradas em atrações. Uber, Bolt e táxis custam quase a mesma coisa. Há ônibus do aeroporto ao centro, táxi R$ 150.
Etiqueta: Nos recintos termais, use roupas de banho discretas e chinelos pra circular. Alguns exigem touca.


O que fazer
Experiências Priceless Mastercard — Clientes Personnalité têm 10% de desconto pagando com o cartão Itaú Personnalité Mastercard na plataforma The Mastercard Collection, que reúne benefícios globais, especialmente em Budapeste e arredores, a exemplo de cruzeiro pelo Danúbio, city tour com visita ao Parlamento, walking tours, bate e volta até a Fábrica de Porcelana Herend e o Lago Balaton, além de um app que funciona como audioguia na cidade.
Buda — Boa parte das grandes atrações turísticas está nesta região da cidade. Vale priorizar o Castelo de Buda, que reúne museus, palácios e vistas incríveis do Danúbio. Depois, uma boa ideia é caminhar até o Fisherman’s Bastion e a Matthias Church e, pra terminar, atravessar a famosa Ponte das Correntes, observando o majestoso edifício do Parlamento Húngaro ao seu lado esquerdo.
Hungarian State Opera House — Projetada por Miklós Ybl, um dos arquitetos mais influentes da Europa no século 19, é o principal palco do país pra grandes espetáculos e óperas. O interior, em estilo neorrenascentista com elementos barrocos, tem tetos e camarotes ornamentados, colunas de mármore e lustres de cristal.
Bálna — À beira do Danúbio, projetado pelo arquiteto holandês Kas Oosterhuis sobre um armazém histórico, o edifício em forma de baleia aloja um mix de lojas, cafés, bares e galerias de arte.


House of Unicum — Você não foi à Hungria se não provou o bitter (amarguíssimo) produzido pela família Zwack desde 1790. O simpático museu conta essa história.
House of Terror — Essencial pra entender o país, relata os horrores da Segunda Guerra e do período sob domínio soviético do ponto de vista húngaro.
Ludwig Museum — Dentro do Palácio das Artes, reúne trabalhos de grandes nomes da arte moderna e contemporânea global.
Dohany Street Synagogue — Você reconhece de longe as duas torres de 43 metros de altura coroadas por cúpulas em forma de cebola. Com arquitetura revivalista mourisca, essa sinagoga é a porta de entrada do badalado Bairro Judeu.
Banhos termais — O Gellért, banho mais icônico da cidade, está fechado pra reforma. Enquanto isso, vá ao Széchenyi, no parque homônimo, pra uma experiência mais autêntica. Mais turístico, o Rudas tem piscinas com vista pro Danúbio.

Compras
Vass Shoes — Fundada em 1978 pelo mestre sapateiro László Vass, e ainda administrada por sua família, produz artesanalmente modelos clássicos masculinos, a exemplo de Oxfords e Derbys.
Pauza — Uma loja com peças de design local e artesanal, cuja missão é lembrar-nos de que a casa é um lugar pra desacelerar.
Printa — Esse espaço multifuncional tem roupas, acessórios, souvenirs sustentáveis, exposições de arte, workshops de serigrafia e um ótimo café.
Rododendron Art & Design — Vende trabalhos de 100 artistas e designers locais: gravuras, joias, roupas, presentes artesanais, brinquedos, livros, papelaria etc.

Comer e beber
Central Market Hall — O mercado mais tradicional da cidade, do século 19, vende produtos frescos e é um ótimo lugar pra provar a cozinha tradicional.
Onyx — A proposta é viajar do século 18 ao futuro em 11 pratos assinados pelo premiado chef Bence Domoszlai.
New York Café — Apontado como “o café mais bonito do mundo”, é a fina flor da opulência em estilo renascentista italiano. Vale tomar um chá da tarde.


Mazel Tov — Um dos melhores exemplares dos bares instalados em ruínas que fizeram a fama da vida noturna de Budapeste, com comidinhas do Oriente Médio pra acompanhar os drinks. As mesas do jardim são as mais disputadas.
Babel — Representa a cena gastronômica húngara contemporânea. Um detalhe: as paredes ainda exibem marcas da grande inundação de 1838.
Costes — É um ícone da cozinha húngara criativa e foi o primeiro restaurante do país premiado com uma estrela Michelin.
Mùzsa — Em um ambiente art nouveau espetacular, serve cozinha asiática pra acompanhar drinks autorais.

Onde ficar
Verno House — Em uma área arborizada do centro da cidade, tem quartos com decoração sóbria e muita luz natural. Conta com spa e um bom restaurante.
Kozmo Hotel — Por trás da majestosa fachada neoclássica, um oásis urbano em um dos bairros mais vibrantes da capital, com decoração contemporânea em tons de cinza, spa e um restaurante com releituras dos clássicos húngaros.
Four Seasons Hotel Gresham Palace Budapest — Um palacete em estilo art nouveau que traduz os tempos de glória do império austro-húngaro abriga esse hotel, em localização espetacular: a passos da Ponte das Correntes.
Boho Hotel — Compacto e charmoso, tem um bom spa, academia 24 horas, jardim e espaço pra trabalhar.
Vai viajar e conhecer Budapeste?
Com o seu cartão Itaú Personnalité Mastercard você acumula pontos que não expiram em compras no exterior e pode contar com serviço de concierge pra reservas de ingressos, restaurantes, viagens, hospedagens e experiências, com curadoria e prioridade.