The Summer Hunter, o lado solar da vida

Blog, página 148

Viajando por comida: os melhores mercados de rua do mundo

Uma das melhores coisas de viajar é descobrir novos sabores. Para mim, nada supera a experiência de comer cozinhas autênticas nos países em que elas surgiram. De caçar as melhores tapas na Espanha a observar as mais tradicionais Thalis na Índia, tudo é parte de uma mesma experiência. Não é surpresa, portanto, que hoje em… Ver artigo

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Gregorio Duvivier: “O Brasil precisa muito da gente”

Atenção: esta entrevista foi feita em março de 2016, ou seja, antes de Bolsonaro, antes da Covid-19, antes da Giovanna Nader, antes da Marieta, antes do Greg News, antes de tanta coisa. Mesmo assim, o papo se mantém atual, fresco e repleto de revelações.

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Fortaleza, o sol e a arte de Rian Fontenele

O verão no Brasil está chegando ao fim. Mas o sol sempre brilha em algum lugar do planeta. E é nessa pegada solar à que baseia-se a obra do pintor, gravador e desenhista cearense Rian Fontenele. Ao falar de verão, o artista retrata a estação pelo contexto de sua cidade, a Fortaleza em que prevalecem… Ver artigo

Painel do The Summer Hunter num palco, com convidados sentados diante de um telão
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Na TV ou na web, ele não se cansa de fazer – e ditar – moda

Caio Braz é um típico representante da Geração Y. Não por acaso, essa entrevista aconteceu da maneira mais emblemática possível: via Skype, ele no Recife, sua terra natal, nós em São Paulo. Com mais um detalhe: via celular – que funcionava só no 3G, no caso do Caio. Auge do verão, tinha acabado de cair uma tempestade na capital pernambucana que deixou muita gente sem luz, inclusive ele. Mas, trocadilhos à parte, não teve tempo ruim. O bate-papo com esse multitalentoso rapaz de 29 anos recém-completados que é sucesso na internet, na TV, nas palestras que faz sobre comportamento jovem e na marca de moda masculina que leva seu nome, rolou solto entre pequenos piripaques na rede. Confira a seguir o que o Brazinho tem a dizer sobre a sua geração, moda para homens no Brasil, os destinos da vez e sua veia maratonista.

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Trinta dias de carona e surf sem colocar a mão no bolso

Para fazer aquela sonhada surf trip é importante planejar, pesquisar e juntar um bom dinheiro, certo? Nem sempre. Quem prova que nada disso é preciso são as amigas Juliana de Paula e a Ana Carolina Matuchewski, duas gurias de Curitiba, no Paraná, que caíram na estrada com as pranchas debaixo do braço e muita vontade… Ver artigo

Painel do The Summer Hunter num palco, com convidados sentados diante de um telão
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Renata e os verbos auxiliares do coração

Amar é o verbo predileto de Renata Vanzetto. Aprendeu a conjugá-lo cedo, em diferentes tempos e pessoas. No gerúndio, aos 12 anos, quando tomou conta da cozinha da casa em que morava com a mãe e a irmã em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, e passou a promover concorridos jantares para convidados. No futuro do presente quando decidiu, com incondicional apoio e envolvimento da família, profissionalizar a brincadeira e abrir seu primeiro restaurante, o Marakuthai, aos 18 anos, lá mesmo na Ilha, pondo em prática sua cozinha caiçara com inspiração thai. No presente, quando questionada, hoje em dia, do sentimento, 15 anos depois, de estar à frente de quatro empreendimento de sucesso em São Paulo e na Ilhabela. A saber, são eles: o Ema e dois Marakuthai em São Paulo, e a cevicheria MeGusta e um terceiro Marakuthai, ambos em Ilhabela, sem contar um serviço de buffet para festas e eventos. E foi por amor, ironicamente, que o verbo saudade também entrou no rol dos mais conjugados pela chef de 27 anos. Ela perdeu, de forma trágica, um namorado, quatro anos atrás. E o amor e a saudade nunca mais se desgrudaram. Mas a história de Renata é solar, de vitórias consecutivas e uma absurda sede de criar e viver. De uma caiçara que ainda faz questão de, literalmente, manter os pés na areia e a cabeça no céu – de preferência com os cabelos ensopados de água salgada.

Uma expedição darwiniana pela Patagônia chilena

O avião se desloca em velocidade de cruzeiro e o céu está azul até onde a vista alcança. Sob os meus pés e da fotógrafa Fernanda Frazão, cerca de 10 mil metros abaixo, um cenário de cores e relevos surpreendentes. Com topos côncavos ou convexos, ora pontiagudo ora mais achatados, de alturas variadas mas sempre… Ver artigo

Mas onde exatamente fica Belize?

“Mas onde exatamente fica Belize?”. Esta é uma das perguntas mais recorrentes que ouvi quando contava às pessoas sobre a minha recente aventura pela América Central. Belize, um pequeno mas diverso país de cerca de 350.000 habitantes, faz fronteira com o México ao norte, com a Guatemala ao sul e a leste, e com o… Ver artigo

20 dias na Floresta Amazônica com os índios Huni Kuin

Eu concluí rapidamente que o Acre seria meu destino. Foi um insight claro. Uma visão. Ir para a floresta era uma certeza natural. Já naveguei, batuquei, surfei, me hospedei por trinta dias em um terreiro de Candomblé, já frequentei centros e templos das mais variadas religiões, andei no mato, mergulhei no mar e pulei da… Ver artigo

Mão segurando o livro The Summer Hunter contra o céu azul
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Sem luz, câmera ou ação: quem sabe, faz ao vivo

O intervalo entre a chegada e a partida é cada vez maior, porque uma coisa é atravessar uma avenida ou uma noite, outra é atravessar um país e uma história. Mas não se preocupe – cedo ou tarde, ele volta: vira-lata sabe bem o caminho de casa, só não tem data e nem horário marcado para chegar. E não adianta o conforto da cama, comida e roupa passada, porque nada o prende por muito tempo. Sempre foi assim, desde criança. Veja você que Raul Aragão, 30 anos, nasceu em Recife e criou-se no Rio de Janeiro, mas depois que atendeu aos chamados das ruas, não parou mais: tudo é escala nesse mundo de conexões que o fotógrafo mezzo carioca, mezzo recifense criou para si. Nômade puro-sangue, Raul não tem destino final, mas registra suas intermináveis idas e vindas em cliques coloridos, espontâneos e inspiradores – tudo sem flash, claro, porque quem precisa disso quando se tem os melhores verões nas pontas dos dedos?

Banhistas num flutuante de madeira sobre as águas escuras do Rio Negro
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O pequeno dicionário do amor e da poesia

Verena rima como serena. E assim ela é. Mas quando o assunto é trabalho, essa ariana de 31 anos é pura inquietação. Formada em cinema, foi na fotografia e nas artes plástica que ela se encontrou. Tem um livro lançado (Lovely), uma série de posts em que brinca com a grafia das palavras e que viralizou nas redes sociais e já conquistou o respeito de gente peso-pesado – no fim de 2015 desenvolveu um trabalho a convite de Alessandro Michele, diretor criativo da Gucci. Além da Praça Buenos Aires, no bairro de Higienópolis, em São Paulo, a praia de Toque-Toque Pequeno, no litoral norte do estado, é outro refúgio e companhia certa para momentos de il dolce far niente e inspiração. “Esse, sim, é um momento em que eu gosto de ficar sem fazer nada. Consigo pegar a cadeira, ficar olhando para o mar e viajando”.

Podcast

Capa do episódio “Dormir é melhor que transar?” do Desenrola, com Maria Flor

Em áudio e vídeo, o Desenrola reúne convidados especiais pra falar sobre os dilemas e os prazeres da vida adulta.

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Ilustração de um sol, uma lua e um cogumelo conversando

Toda quarta, miniguias dos nossos destinos preferidos pelo Brasil. Às sextas, um mergulho profundo nos assuntos que valem o seu tempo.

Revista

Três edições impressas da revista The Summer Hunter sobre a areia

Nossa publicação anual, com acabamento de livro, 140 páginas e três capas pra você escolher.