The Summer Hunter, o lado solar da vida

Blog, página 145

Especial: a real da maconha na Califórnia (3 de 4)

Em Alto Paraíso, Goiás, acontece um movimento migratório todo mês de outubro, quando alguns valentes da pequena comunidade viajam à Los Angeles para trabalhar nas fazendas de maconha da cidade. O primeiro a descobrir o negócio foi um artista que por dois anos viveu ilegalmente no país. Começou trabalhando como garçom, em San Diego, e… Ver artigo

Especial: a real da maconha na Califórnia (2 de 4)

Concluído o intensivo jurídico sobre as normas que tentam regular a maconha na Califórnia, fomos às ruas de Los Angeles ver exatamente como as leis se aplicam na prática, da forma mais orgânica possível. Sem qualquer documentação específica, escolhemos uma dispensary em uma área tradicionalmente familiar da cidade, a pacata Woodland Hills. Fomos atraídos por… Ver artigo

Especial: a real da maconha na Califórnia (1 de 4)

Falta água para quase tudo na Califórnia, mas o verde resiste – e não estou falando dos gramados das mansões de Beverly Hills, que sucumbiram às maquiagens e tinturas artificiais para garantir sua cor. Eu falo da maconha, a planta que movimenta bilhões de dólares e que ainda não foi completamente entendida, determinada e regulamentada… Ver artigo

Mão segurando o livro The Summer Hunter contra o céu azul
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Tempero brasileiro para a fome do mundo e da humanidade

Não é quem chegou primeiro, é que vai mais longe: Bel Coelho está (re)descobrindo o Brasil, uma fatia por vez. A chef paulistana à frente do Clandestino aprendeu na cozinha o que a gente decora na sala — de aula. Geografia, história e literatura têm gostos e cores que não cabem no binômio verde-e-amarelo do país. Desde que foi eleita chef revelação, aos 25 anos, em 2005, a moça deveras autocrítica tem botado a mão na massa (literalmente) para se tornar uma pessoa e uma profissional melhor — e a gente pode testemunhar essa evolução de perto, no programa Receita de Viagem, exibido no canal TLC. Madura e materna, a cozinha de Bel é para prato fundo e pressa rasa, porque o fogo (ora alto, ora brando — nunca extinto) pede tempo para fazer seu trabalho santo: unir em solda, convertendo-nos todos — ingredientes, pessoas e sentimentos — num só prato; num só corpo, que deve ser servido (sempre) quente e apreciado sem um pingo de moderação.

Painel do The Summer Hunter num palco, com convidados sentados diante de um telão
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Por uma moda solar, tecnicolor e refrescante

Se a vida é a arte do encontro, que eles aconteçam na praia. Depois de explorar os sete mares, o Rodrigo desistiu de surfar ondas neozelandesas para trazer as beleza da cidade de Foxton para o Rio, por amor. É que o Rodrigo e a Marcella se conheceram na praia e estão juntos desde então, construindo uma nova moda masculina, com todos os tons de liberdade que o sol pode refletir. E é assim que há 12 anos a Foxton vem ganhando espaço entre rapazes de alma e coração cariocas e agora está em um momento brilhante, levando um mundo colorido, inusitado e vibrante para diversos cantos do Brasil. Como dizem os surfistas: o mar subiu.

Banhistas num flutuante de madeira sobre as águas escuras do Rio Negro
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Sob o sol (e no divã) do Rio de Janeiro

Quando se traveste o inverno de verão, só Freud explica: vem da infância o amor pela praia, que leva a carioca Marcella Franklin, de 28 anos, a costurar as estações em uma só – aquela em que o sol brilha mais. Os sintomas agudos dessa relação intensa deixaram marcas profundas na vida e na pele da estilista, cujo tom dourado revela uma intimidade um tanto obscena com o astro-rei, daquelas que a gente inveja e admira quase na mesma proporção. Para completar o cenário idílico, Marcella Franklin desfila seu bronzeado cinematográfico pelas areias do Rio de Janeiro em uma silhueta que poderia pertencer às capas de revista – mas os flashes não lhe atrapalham a visão: a bela prefere mesmo é o trabalho anterior aos cliques. Fundadora da Haight Clothing, uma marca de beachwear em constante crescimento, a carioca, que por anos desenhou para a ala feminina da Ausländer, mostra que tem talento também para os negócios, porque na praia ou no escritório, a loira não dá ponto sem nó.

Ilustração de uma nota de dinheiro com rosto de sol sobre uma duna lilás
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Alma gringa em pele bronzeada: o lado brazuca de Dimitri Mussard

O nome dele é Dimitri Mussard, mas poderia ser Dimitri do Brasil. Assim como sua empresa, a Acaju do Brasil, uma consultoria e loja multimarcas que descobre grifes alternativas e descoladíssimas mundo afora e traz para cá. É que, apesar do sobrenome estrangeiro, do sotaque gringo e dos olhos azuis, esse francês fez do nosso país sua casa e adotou o bronzeado como estilo de vida. Seja nas areias da Barra do Sahy, no litoral paulista, ou em qualquer outro lugar onde o sol esteja batendo sem dó. Diga-se de passagem, ele conhece nossa terra melhor que muitos locais. De mochila, viajou de Florianópolis à Chapada Diamantina, dos Lençóis Maranhenses ao Rio de Janeiro. Em uma dessas, virou fã de açaí, sabor que trouxe para o cardápio de sua sorveteria, a DriDri, aberta em conjunto com o amigo Nicolas, que conheceu em um internato na França e com quem compartilha gargalhadas diárias durante o expediente. Até Rondônia ele visitou, só para ver de perto quem fornecia a madeira usada na construção da sua casa de campo, em Catuçaba, interior de São Paulo, seu novo refúgio, bem no meio do mato. “A casa é linda, mas foi pensada para que a gente curtisse o lado de fora, onde está o mais bonito de tudo: a natureza brasileira”.

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Ela voa alto, rumo ao infinito e além

São cliques e mais cliques que nos levam a diversas páginas, mas a lugar nenhum: é muito touch para pouco toque. Ou era? Quem nos faz repensar o tempo verbal dos nossos velhos hábitos modernos é Isabella W. Cunha, a carioca de 31 anos que ligou o mundo real ao virtual – ou vice-versa. Fundadora do + Asas, uma plataforma de experiências únicas, Isabella nos prova o óbvio: que em tempos de muros e fronteiras, as pontes continuam sendo a nossa melhor (e possivelmente única) solução. Conectando curiosos a anfitriões locais apaixonados e apaixonantes, o projeto idealizado pela carioca tem lá a sua parcela de risco: não mais conseguir voltar à realidade previsível de quem faz turismo sem sentido e, principalmente, sem sentir. A propaganda enganosa de um é o dia-a-dia de outro. Ou, nesse caso, de outra – Isabella te dá asa. Mesmo.

Painel do The Summer Hunter num palco, com convidados sentados diante de um telão
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Ao mestre, com carinho

A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como poesia: Jean Philippe Rosier é um dos entusiastas de um “iluminismo” tropical bastante particular, resultado de sua própria revolução francesa – e japonesa também. Das batalhas napoleônicas que aceitou para si, provavelmente nenhuma lhe custou tanto sangue e tanta luta quanto a missão de colonizar o Rio de Janeiro, instaurando ali um novo reinado para a Perestroika, uma escola criativa gaúcha como ele. Nos momentos bons e nos difíceis (porque ruins não houve), Jean se manteve constantemente no front da operação e levou o negócio à vitória – mas não o fez intacto; seu coração grande é alvo fácil para a vida. O músculo pulsante que o colocou na sociedade da Perestroika foi também o que lhe impeliu a deixar a gestão diária da escola para assumir apenas algumas aulas. Jean pretende aproveitar mais e melhor seu tempo livre cumprindo o seu chamado: ser explorador — dos mares e dos homens.

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Via Rio: de asa-delta no verão sueco

O verão chegou no Hemisfério Norte e mesmo que sol e calor não sejam as primeiras palavras que nos vêm à cabeça quando pensamos na Suécia, o novo hit fashion de Estocolmo é justamente uma marca de biquínis vintage, a Via Rio. Uma publicação compartilhada por V i a R i o (@via_rio) em 3… Ver artigo

Superfície líquida: uma expo pra contar a história do surf no Brasil

Em cartaz até o dia 30 de junho na Fauna Galeria, em São Paulo, a coletiva “Superfície Líquida” traz para o mesmo espaço trabalhos inéditos e nomes tarimbados e emergentes da fotografia nacional: Klaus Mitteldorf, Bruno Alves, Demian Jacob, Peu Mello e Rafael Uzai. O tema: o surfe como esporte e manifestação de estilo no… Ver artigo

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Capa do episódio “Dormir é melhor que transar?” do Desenrola, com Maria Flor

Em áudio e vídeo, o Desenrola reúne convidados especiais pra falar sobre os dilemas e os prazeres da vida adulta.

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Ilustração de um sol, uma lua e um cogumelo conversando

Toda quarta, miniguias dos nossos destinos preferidos pelo Brasil. Às sextas, um mergulho profundo nos assuntos que valem o seu tempo.

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Três edições impressas da revista The Summer Hunter sobre a areia

Nossa publicação anual, com acabamento de livro, 140 páginas e três capas pra você escolher.